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09 de de 2010

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Semana 09/01 à 15/01

Fogo destrói galpão da fábrica da Colchões Castor

Polícia Técnica ainda apura causas do incêndio; prejuízo não foi revelado
Brigadas de incêndio da cidade e da região conseguiram controlar o fogo

Um incêndio atingiu no final da tarde de quarta-feira, 06, um galpão do setor de laminação da Fábrica da Colchões Castor. A área de mais de 3.200 m² foi toda destruída pelo fogo. As causas do incidente ainda não foram reveladas. Apesar dos estragos, não houve vitimas e ninguém ficou ferido.

O incêndio começou por volta das 16h50 e atingiu um dos setores de laminação da empresa. No momento do incêndio, havia cerca de 20 funcionários trabalhando no local. Os demais trabalhadores da empresa rapidamente deixaram a fábrica. O fogo causou preocupação também nos vizinhos que temiam que o fogo se alastrasse. Muitos curiosos foram até o local após saberem do desastre.

Para conter o fogo, foi acionado o Corpo de Bombeiros de Ourinhos que contou com a ajuda das unidades de Marilia, Assis e Jacarezinho (PR), além da Brigada de incêndio da Usina São Luiz Irmãos Quagliato, da própria Castor e também da Superintendência de Água e Esgoto (SAE). Após um trabalho de pouco mais de uma hora, as chamas foram controladas e em seguida foi feito um trabalho de rescaldo para conservar o barracão que teve grande parte de sua estrutura comprometida.

O sargento do Corpo de Bombeiro de Ourinhos, João Sérgio, ressaltou que foi difícil controlar o incêndio devido o material que havia no galpão (Retalhos de espuma) ser de alta combustão. O material pode ter contribuído para que as chamas se alastrassem com mais rapidez.

As causas do incêndio não foram reveladas até o momento pela Perícia Técnica. Extraoficialmente se comenta que o fogo pode ter iniciado após um curto-circuito na fiação que passa por sobre o galpão.

O diretor da Colchões Castor, Hélio Antonio Silva, em entrevista coletiva a imprensa, apesar da aparência preocupada, se demonstrou mais tranquilo após o incidente. “O mais importante nesse momento é que o problema foi contornado”, disse ele aliviado. No momento da ocorrência, o diretor participou ativamente no combate ao fogo.

Com relação ao prejuízo que o incêndio causou, Hélio Antonio Silva não conseguiu informar naquele momento, mas disse que o susto foi muito grande. “Poderia ter sido algo pior”, afirmou ele que destacou ainda que a fábrica possui seguro.

Como o galpão está todo comprometido, o diretor da Colchões Castor, disse que de imediato será necessário uma adaptação dos trabalhos na fábrica até que o setor seja todo reconstruído. “Vamos nos ajustando aos poucos para voltarmos a trabalhar”.

O incêndio de quarta-feira foi o segundo me menos de 30 dias. Hélio Antonio disse que a direção da fábrica irá analisar essa situação. “Isso é algo que vamos analisar para ver o que está acontecendo”, disse ele que pediu para que a cidade se estruture melhor contra enfrentar de forma mais eficaz casos de incêndios. “O importante nesse momento é a cidade se mobilizar e ter uma estrutura mais rápida de colaboração, os próprios organismos responsáveis ter mais caminhões de água. Enfim, acho que todos devem se estruturar, inclusive a gente”.

Questionado sobre o incêndio ter sido criminoso, Helio Antonio Silva afirmou que “prefere não pensar nisso”, concluiu.

Primeiro susto

No dia 16 de dezembro, por volta das 4h30, um incêndio atingiu a fábrica da Colchões castor, porém em menor proporção. Na ocasião, após a queda de energia, uma máquina flocadeira teria pegado fogo, e as chamas se espalharam pelo depósito de espumas. Na oportunidade, o incêndio foi controlado rapidamente pela brigada de incêndio do local. Ninguém ficou ferido.

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