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Sou testemunha ocular deste momento histórico que foi o final da intervenção pública municipal na administração da Santa Casa, na quarta-feira passada.
Além de Empresário e Professor Universitário, sou voluntário na Santa Casa de Ourinhos, onde participo como membro do Conselho Executivo. Às vezes, ainda, escrevo como colunista neste jornal.
E, antes que você tire alguma conclusão precipitada, quero avisar que não estou escrevendo em nome da diretoria da Santa Casa.
Para quem é leitor assíduo dos diversos jornais locais e ouvinte de nossas rádios, deve se recordar que nos últimos quinze dias os membros do Conselho Gestor foram bombardeados com críticas e afirmações inverídicas de alguns respeitáveis profissionais dos meios comunicações sociais.
Diziam eles que faço parte do grupinho que recebe “vultuoso” salário e que transformou a Santa Casa em um novo cabide de emprego. Questionaram como alguém pode querer administrar uma entidade que deve 13 milhões e não receber vantagem alguma.
Pois bem, convido os autores das matérias, tanto escrita quanto falada a trocarem seus salários pelo que recebo como voluntário da Santa Casa. E olha que segundo eles esses salários são vultuosos. Convido-os também a identificar nominalmente quem são os novos apadrinhados no quadro funcional da Santa Casa.
Mais que isso, convido os ilustres autores das matérias a participarem das reuniões, que ocorrem normalmente todas às terças-feiras as 18:30 hs, junto com os novos “marajás” da Santa Casa e que tragam suas pastas executivas para também receberem sua parte na bolada.
Talvez assim eles escutem menos as fontes externas que os suprem de valiosas informações e comecem a buscar a verdade diretamente da fonte onde tudo acontece, ou que pelo menos confirmem a veracidade e a idoneidade de suas “fontes”. Ou, no mínimo, como se espera de profissionais sérios, que antes de emitir opinião pessoal, busquem confirmar o que ouvem, confrontando as informações com as partes citadas.
A Santa Casa tem muitos problemas. Problemas financeiros, estruturais, administrativos e médicos. Mas nosso projeto é de longo prazo, para os próximos 10 anos. Não estamos inventando nada, seguimos o modelo da Santa Casa de Votuporanga que também já passou pelo mesmo processo, e hoje é modelo padrão de Santa Casa no Estado de São Paulo.
Mas o mais importante já aconteceu. Estamos dando os primeiros passos. O final da intervenção municipal representa uma grande conquista para a cidade. Possibilita a entrada de novos recursos oriundos do Governo Estadual e Federal. Possibilita a contratação com novos parceiros e a utilização das parcerias público-privadas. É preciso muito trabalho e muita seriedade.
Tudo com um único objetivo. Melhorar a qualidade dos serviços prestados à população de Ourinhos de toda região.
Tem muita coisa para ser feita, e estamos apenas começando. Neste momento precisamos de ajuda, não de críticas. Neste momento precisamos que você também acredite e nos dê um voto de confiança.
Sou voluntário, faço parte do voluntariado porque acredito em Deus, acredito que é uma forma de retribuir a Deus e à sociedade tudo o que conquistei aqui. E, acima de tudo, acredito que se cada um fizer alguma coisa pelo seu próximo, por amor, por mais ínfimo que seja o gesto, estará ajudando na construção do Reino de Deus, aqui e agora.
EXISTE SIM O CABIDÁRIO!!! SE VCS SÃO OS NOVOS ADMNISTRADORES DA STA CASA PORQUE UM TAL BRUNO GARCIA GANHA VULTUOSOS SALARIOS ??? PORQUE???? O CHAMADO MAL NECESSÁRIO ??? COMO ELE MESMO ANDOU ESPALHANDO EM PALMITAL??? QUE AQUI SÓ TEM INCOMPETENTES E PRECISAM DELE PARA FAZER NADA E AINDA GANHAR MAIS DE 10 MIL POR MES??? E O DR SERGIO QUE SE DENOMINA DIR TECNICO E NÃO FAZ NADA DE UTIL E GANHA SEUS PERTO DE 10 MILM POR MES??? ORAS BOLAS O QUE MUDOU?????
Administrador de empresas
alexandremariani@diariodeourinhos.com.br